Pedrógão Grande

Breve Apresentação

Ao Encontro do Rio…

Nota dominante no recorte do concelho a Sul, o Rio Zêzere é o símbolo por excelência do concelho de Pedrógão Grande.

O seu intenso azul domina a paisagem verde que o rodeia e a Albufeira da Barragem do Cabril - marca do domínio do homem sobre a natureza - é ponto de atracção para os visitantes que se deleitam com a vista ou com a pesca de achigã, com a prática de desportos naúticos ou, tão somente, com a frescura da água corrente da sua piscina flutuante.

A vila de Pedrógão Grande, cuja origem remonta à Idade do Bronze, situa-se num amplo planalto sobre o rio, mantendo um traçado sóbrio com características medievais.

Também peculiar o contraste entre obras de construção civil que marcam duas épocas distintas e distantes entre si: a Ponte Filipina e a recente construção da ponte sobre o Rio Zêzere que integra uma das principais vias rodoviárias da Região Centro e cujo vão é dos mais altos da Europa.


Generalidades sobre o concelho de Pedrogão Grande

Gentílico

Pedroguense

Área

128,59 km²

População

4 398 hab. ( 2001)

Densidade populacional (hab./km²)

32,1

Superfície (km²)

129.0

Número de freguesias

3 [Graça, Pedrógão Grande e Vila Facaia]

Região

Centro

Subregião

Pinhal Interior Norte

Distrito

Leiria

Antiga província

Beira Litoral

Confrontação geográfica

Noroeste: Castanheira de Pera Leste: Góis e Pampilhosa da Serra Sueste: Sertã
Este: Figueiró dos Vinhos

Principais Recursos hídricos

Rio Zêzere, Ribeiras de Pera, de Frades e da Mega


Brasão e Bandeira
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Mapas
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Personagens Ilustres
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Miguel Leitão de Andrada (1553-1630)
Escritor e historiógrafo notável do século XVII.
Dizem deste cronista que foi companheiro de armas de El-Rei Dom Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir.

Dr. José Jacinto Nunes (1839-1931)
Nasceu em Pedrógão Grande e faleceu em Grândola.
Exerceu advocacia em Grândola sem nunca ter cobrado honorários a qualquer cliente. Em 1866 foi nomeado Administrador do Concelho de Grândola. Desempenhou a presidência das Câmaras Municipais de Torres Vedras e de Abrantes. Colaborou activamente nos jornais O Século, para cuja fundação contribuiu, e A Luta, entre outros jornais da época.
Publicou várias obras, entre as quais Reivindicações Democráticas, Descentralização de Lisboa e Projecto do Código Administrativo.
Assumiu-se como profundo defensor da democracia e regionalização.

Roberto Barreto Pedroso das Neves , nasceu em 1907
Jornalista de extraordinário talento, fundou e dirigiu o Instituto Brasileiro de Esperanto.