Pampilhosa da Serra

Breve Apresentação

Por entre serras e vales...

Trata-se este do maior concelho das terras de Entre LOusã e Zêzere e um primeiro olhar perde-se na imensidão da paisagem, onde predomina o verde profundo das serras da Estrela, Açor, Lousã e o azul límpido dos rios Ceira, Unhais e Zêzere.

Situado na Cordilheira Central, este concelho possui cenários naturais majestosos: desde vales profundos rasgados pelos três rios que o atravessam aos grandes picos, ora abruptos e rochosos, ora de vegetação rasteira.

As Barragens do Alto Ceira e de Santa Luzia são locais de beleza ímpar nos quais é possível desfrutar do sossego que caracteriza estas paragens.

A Vila de Pampilhosa da Serra é a sede de imenso concelho cujas origens remontam ao período medieval. A sua designação Pampilhosa deriva etimologicamente do termo Pampilho, pequena e singela flor dos campos, em tudo idêntica a pequeno malmequer silvestre.

Além das magníficas paisagens proporcionadas pela generosidade da natureza deste concelho, este tem ainda para oferecer a quem o visita, uma panóplia de sabores genuínos e tipicamente serranos.


Generalidades Generalidades sobre o concelho de Pampilhosa da Serra

Gentílico

Pampilhosense

Área

396,49 km²

População

5 220 hab. ( 2001)

Densidade populacional (hab./ km²)

12,3

Número de freguesias

10 [Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Pessegueiro, Portela do Fojo, Unhais-o-Velho e Vidual]

Região

Centro

Subregião

Pinhal Interior Norte

Distrito

Coimbra

Antiga província

Beira Baixa

Confrontação Geográfica

Norte: Arganil
Oeste: Góis
Nordeste: Covilhã
Leste: Fundão
Sul: OLeiros e Sertã
Sudoeste: Pedrógão Grande

Principais Recursos Hídricos

Rios Zêzere, Unhais e Ceira


Brasão e Bandeira
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Mapas
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Personagens Ilustres

D. Eurico Dias Nogueira (1923-...) D. Eurico Dias Nogueira (1923-...)
Nasce em Dornelas do Zêzere, Pampilhosa da Serra. Licencia-se em Direito Civil na Universidade de Coimbra. Em 1977 é nomeado Arcebispo de Braga. Resignou em 1999, vivendo desde essa altura no Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo em Braga.

Monsenhor Nunes Pereira (1906-2001) Monsenhor Nunes Pereira (1906-2001)
Nasce a 1906 na Mata de Fajão, Pampilhosa da Serra. É ordenado sacerdote, em 1929, tendo sido Vigário Geral na diocese de Coimbra.
A partir de 1958, dedicou-se à aguarela. Dominava igualmente a técnica do vitral.

Preferiu, contudo, os trabalhos de xilogravura, desenhos artísticos a buril, água forte, ponta seca e lápis. Executou gravuras em madeira, cobre, lousa, marfim, calhau rolado. As xilogravuras dos Contos de Fajão, a par de gravuras de Jesus, de Santos e do culto mariano, constituem um valioso espólio etnográfico e de Arte Sacra do Museu do Seminário Maior de Coimbra.
A sua Obra pode ser apreciada no Museu com o seu nome, na aldeia do Fajão, em Pampilhosa da Serra.
Foi agraciado com o grau da Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e com a Grã-Cruz com estrela e banda da Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha e condecorado, em Junho de 1982, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Santiago de Espanha. Possui também a mais alta condecoração italiana, a Grã-Cruz da Ordem de Mérito Italiana. Foi associado e dirigente de inúmeras organizações internacionais especializadas no campo do Direito e presidente do concelho de Administração da Fundação Gulbenkian.
Foi inaugurado um monumento em sua homenagem pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio em 14 de Setembro de 2003. Faleceu em 17 de Outubro de 2003.